Meu primeiro recado em mais um retorno é: vai tomar no cu quem quis me dar o recado de que eu preciso creditar o texto do Oscar Wilde no meu blog. Eu digito meu nome no Google e mais de 200 páginas aparecem, com matérias minhas e sem crédito e não estou reclamando. E olha que eu ainda estou vivo. Então, mais uma vez: vai tomar no cu, porra.
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Fábio, tenho uma recado pra você: habilite os comentários no seu blog, véio. É divertido saber que tem gente que não tem coragem pra xingar a gente olho no olho. Cambada de filadaputa. Divirta-se, mano.
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Eu vivo a plagiar. Mas sou um plágio de mim mesmo. E nem coloco créditos.
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Acabei de fazer uma proposta para um fotógrafo parceiro de trabalho, que eu prefiro não identificar para manter a integridade física do dito-cujo. Ok, Ok, vamos aceitar o fato de que o Belinati pode ser novamente prefeito de Londrina. Mas para cada real desviado, cada belinatista leva uma chibatada, ok? Só uma, até porque haja costas para tanto flagelo. (Flagelo é com “g” ou com “j”?)
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Você tem razão, Fábio, Satã vive. Alguns o chamam de Jesus.
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Aos amigos: não tenham medo, queridinhos... Deixem seus nomezinhos após os comentários... Eu não vou matar ninguém. A não ser os hippies.
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Mais uma sem crédito:
Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
Aí, meu amigo: vai a merda.
Voltando às origens, sei lá mesmo. Eu acho que até já escrevi isso por aqui, mas vou repetir, em todo caso:
Eu não cobro nada das pessoas, nem justiça. Somente coerência. Parafraseando o Yuge: Blé.
A demora em voltar a escrever se justifica... mas não sou louco de me meter a besta e fazer isso. Sei que quero, mas não sei como. Não sei mesmo.
_ Como fazer, se não há ouvidos?
_ Se vire. Transforme em um desafio. Se não há ouvidos, gritar não vai adiantar nada.
_ É, eu já percebi, mas não grito gritado. Grito porque a ansiedade me obriga. Ainda assim , sei que tenho que parar. Mas o desafio foi jogado às moscas. Pensa que eu quero ser perfeito... enquanto só quero fazer-lhe bem...
_ Outro desafio. Faça bem, sem passar a impressão de busca pela perfeição. Faça.
_ Será que alguém é capaz disso?
_ Se existe alguém, isso quer dizer que você também pode.
_ Como assim?
_ Você faz a opção entre ser um medíocre que sempre se conforma com o fato de ter feito o melhor, mesmo não sendo o suficiente, ou você simplesmente faz o absolutamente melhor. Se alguém faz, o parâmetro é um passo à frente do que já foi feito.
_ Mas eu não sei!!
_ Primeiro: não grite.
_ Desculpe.
_ Segundo: Pense. Não sou eu quem tem que lhe dizer. Você é capaz de pensar?
_ Claro!!
_ ...
_ Desculpe!!
_ ...
_ Desculpe... Mas como assim, não é você quem tem que me dizer?
_ Se eu lhe dissesse, não seria você a fazer a opção. É uma escolha, não uma busca. Quer ser o alvo ou a seta?
_ Ainda não decidi...
_ Decida.
_ Não é fácil assim...
_ Medíocre...
_ Vai se fuder!
_ Aceite ou decida. Tudo é simples: não há muitas escolhas. E isso não é ruim: mas passa a impressão de que não temos livre arbítrio... Temos. Não o que dizem existir, mas temos. Quem é o protagonista da sua vida?
_ Não sei.
_ Não sabe?
_ Já tive certeza de que era eu. Hoje, não sei...
_ Eu sei o que eu preciso fazer.
_ Como assim?
_ Chega da sua indecisão. O momento chegou. Seu tempo acabou. Agora é a minha vez.
A cada contato, uma frustação. Ontem fui pela segunda vez a uma invasão de sem-terras, em Jundiaí do Sul, perto de Jacarezinho. Eu admito: tinha admiração pelo MST. Mas o discurso ensaiado, a agressividade e o preciosismo nas exigências me fazem acreditar cada vez mais que o movimento, hoje, não passa de um monte de ex-hippies que vivem às custas de algum (ou alguns, o que é mais provável) deputado mal-intencionado.
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Como é difícil assistir televisão durante as Olimpíadas. Principalmente os comerciais. Os publicitários, coitados, escrevem coisas como “Campeão de preços baixos”, “medalha de ouro nos descontos”, “promoção recorde” e se acham criativos.
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Advogados: não fale mal, um dia você ainda vai precisar de um.
Um ativista de uma seita satânica do Chile invadiu uma igreja, matou o padre a facadas e depois se lambusou no sangue do coitado, dizendo “viva Satã!”. Hehehe.
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Fiquei imaginando a caras das velhinhas...
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A gente vai até onde os outros permitem. Depois pára.
Será que é tão difícil para as pessoas entenderem que o meu problema não é com a bíblia, mas sim com o uso que se fez dela? Do nome de Deus, da igreja e de tudo mais? Será que é tão confortável assim encarar uma situação de opressão dizendo: “Deus está vendo”? Será que o conformismo cristão vai dominar o mundo? Agora que eu me converti, espero que SIM!!! Aleluia!!!
Desconfio que “Sinceramente” seja um conhecido - ou conhecida - meu. Já discuti com outras pessoas aqui. O Bala, por exemplo. Mas a coisa, apesar de ter rolado de forma meio ríspida, foi sincera, e acho que ele imagina quem eu sou, assim como eu imagino quem ele é, pois temos amigos em comum. Mas ficar levando bronca de gente que se identifica como “Sinceramente” é demais. Tá na cara que é gente que me conhece mas tem medinho de dizer o nome.
Tem gente que acha que ser grosso é sinônimo de ser sincero. Por mim pode enfiar esse tipo de sinceridade no cu, com toda a grosseria (ou grossura) que for possível.
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Pior é ouvir aquele discursinho besta: “Eu sou sincero, espontâneo, falo o que me dá na cabeça”. Putz, quanta personalidade...
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Aos sinceros: zelem pela educação.
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Um dia eu vou ser chefe. Ah, se vou...
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O nome tava na minha cara há anos, e só agora eu me lembrei dele. O ideal para o meu blog.
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Quem pode levar a gente aonde a gente quer ir? Só quem já está onde a gente também quer estar. Mas ainda assim a gente merece se dar essa chance.
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Panelas no serviço... não, não é uma cantina nova na Fôia. Antes fosse...
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Tem um filme em cartaz que eu nunca vou querer ver: Cazuza. Filme de hippie nacional. Por falar nisso: Yuge, o HA2 é bom, bem legal, mas não é isso que todo mundo tá falando... faltou drogas e sexo.
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Churrasco bom é aquele em que pelo menos 50% da galera vomita no lago. Tem que rolar bunda-lelê, baleia branca e truco. Se não não é churrasco, é gente pobre engordurando a mão com costela e asinha de frango.
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Que Nossa Senhora do Bom Parto dê a todos uma boa hora.
Uma vez eu fiquei conversando um tempão com uma menina de Assis, uma amigona minha. Porém, todavia, entretanto, eu não desconfiava que um grande amigo meu, a primeira pessoa que eu conheci em Assis, tava a fim da menina e eu tava zicando a noite dele. Eu não sabia de nada até que a conversa com a mina acabou e ele veio com a maior cara de bosta pra cima de mim. “Meu, você não se manca?”, perguntou. Eu não entendi na hora, mas não demorou muito pra eu perceber do que se tratava. Eu tentei pedir desculpas, mas não adiantou muito. A indignação do meu amigo vinha do fato de eu não ter adivinhado o que tava acontecendo. ele me disse exatamente com estas palavras: “Você devia ter adivinhado!!” ...
Cara feia pra mim é fome. Na boa, eu respeito quando as pessoas preferem se resguardar. Tenho um amigão da Folha que é assim, fica encanadão quando tem alguma coisa pra falar, acha que tá enchendo o saco dos amigos com problemas que não seriam da conta deles. Acho legal essa preocupação, e não considero isso uma tentativa de forçar a adivinhação. Sei que é só uma tentativa de se guardar. Mas tem outras pessoas, em compensação, que ficam fazendo cara feia só pra incomodar. Coisa mais chata... Enquanto eu não me lembar do que eu fiz de errado (se é que eu fiz algo) eu sinceramente vou estar pouco me fudendo. Cara feia pra mim é fome.